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Entre Flores e Retratos

Composições de escritos de 10 anos

Cap. 1

Eu sou fascinada pelo Inconsciente, pelo Corpo e pela Vida, ao longo da minha jornada pessoal acumulei um banco de anotações e desenhos auto expressivos e que agora me propus a compartilhar com o público.
Entre Flores e Retratos é uma biografia artística que será lançada em uma série de
capítulos neste Blog.

A cada novo volume vou mostrar um pouco mais do que senti, vivi e pensei ao longo desses anos de descobertas e expressão criativa!

Alma

Tudo foi como deveria ser!

O passado e o presente se alinham!

No momento concreto, onde a alma percebe que não existem vítimas ou algozes e sim ação e consequência!

A interligação entre as vidas perde a conexão com a mente e transpõe o limite entre espaço e tempo; e as partículas da cura e do conhecimento se fundem trazendo a transição do estado de ignorância para a aceitação da alma das chagas do caminho!

E ela se abre numa sintonia incomum para as possibilidades dos próximos passos e o futuro ameaça não mais amedrontar.

E a criança sente que pode crescer porque não há mais nada a que se defender e os fantasmas se foram!

Da vida não espero nem muito nem pouco. Espero o que ela com sua sabedoria pode me dar naquele determinado momento!

Em minha vida não quero mais aquelas coisas velhas que me remontam ao passado, mas também não quero apenas coisas novas que desperdicem as alegrias das minhas lembranças.

Quero um presente caminhado passo a passo e um futuro surpreendente.

Algumas coisas parecem não ter explicação, e perpassam pelo tempo através da alma que cala a verdade por trás das coisas, através da força e da forma do absoluto e que incomensuravelmente nos conduzem ao destino.

Silenciando no tempo o que não foi, o que foi e o que será.

Nessa dança incessante através das formas do universo o tempo se cala, o amor fala e a vida se faz, jorrando beleza através da dor do sentir e do existir que se cala no vazio do Nada que é Tudo!

Flor que como for e aonde for nasce flor!
Do ser floresce amor para compor a dor do sentido,
que se abre como num parto da existência,
que murmura luzes e bênçãos ao recém-nascido!!

No julgo da dança interna a tensão entre os opostos conflui para o equilíbrio!

Quão sagradas serão as trevas de si mesmo?
Quão sagrado o impulso negativo que te levar a ver além das ilusões?
Quão sagrada a dor que te irrompe e arrebenta o peito em abertura?

O sentido não existe…
O sentido é como uma flor que desabrocha frente ao observador.
Se houver paciência e escuta o sentido se apresentará,
mas,
 no seguinte instante desaparecerá surgindo um novo sentido.
O sentido só existe porque existe algo que sente,
do contrário não haveria sentido haveria só Vida.
O que há é o que é!
O sentido ajuda na busca,
mas,
 é chegada a hora em que o a sentidos sejam abandonados,
 para que se passe a viver a experiência digna e viva da Vida exuberante.

Sobre amar e ser amado.
Sobre esperar o tempo das coisas
e o vento que supera todas as distâncias dos afazeres do dia a dia
 e traz a mensagem do amanhã no agora.
Sobre a espera silenciosa,
sobre o anseio desbravado,
sobre o Nada encravado em tudo.
Sobre o Tudo que exaspera,
regenera
 e nega a morte,
da sorte de ser quem se é.


A poesia não passa pelo controle,
 pelo crivo da razão!
A poesia irrompe sem medo todas as camadas do ego
 e dissolve passo a passo as couraças da vida.
Poesia é fluxo.
Poesia é mágica.
Incompreensível é aquele que não vê o coração do artista,
 já que a arte não se expressa por vias lógicas
 e é pelas vias ilógicas que o ser pode se expressar em glória.
Sem medo do vivente que se abre,
e aponta sua flecha para o Nada,
até que sua existência sucumba
 e volte ao elo do Todo…

Do encontro com o outro nasce a solidão,
a solitude que ao aperfeiçoar se não sugere nada mais que silêncio,
 silêncio que contempla a profundidade do meu ser,
aproximando se da complexidade em aceitar a verdade pura e inabalável do ser.
Sem revelar o que há de mais sagrado na morte.
Fazendo jorrar sobre a vida entrega.
Não mais, a ingênua entrega e;
Sim, a íntegra e verdadeira filosofia da parte que renasce das cinzas,
 a fênix da confiança interior.
Transbordar será o próximo passo…
 não antes de se embebecer com seu próprio néctar o Amor.

O ímpeto é a fuga.
Por que olhar?
Por que sentir?
Não há outro modo de espantar essa angústia?
O que escolher?
O que fazer?
O que ganhar?
O que perder?
Quando os olhos já não enxergam o óbvio é hora de mudar de rumo,
Quando o corpo não anima com o antigo é hora de mudar de rumo.
Mudar de rumo?
Talvez a pergunta seja outra;
Quando foi que decidi ser conduzido para cá?
O que me trouxe aqui?
A descoberta é que, talvez,
tenha vagado sem rumo todo esse tempo e não saiba o que fazer.

Não sou anjo e nem demônio.
Não sou menina e não sou veneno.
Sou a brisa que traz a pimenta aos seus olhos.
Sou o frescor ardente do limão.
Sou a sensação de plenitude ao amanhecer,
 e sou aquela leve angústia ao anoitecer.
Sou bela e sou fera.
Sou letra e música.
Alegria e tristeza.
Agonia e dúvida.
Sou leve e suave.
Amorosa e passional.
Sou intensa e verdadeira, mesmo que doa.
Sou pimenta malagueta e sou morango com chantili.
Sou arisca e versátil.
Enigmática e forte.
Quer tentar a sorte?

Rudimentar o transbordar das coisas,
tão causal quanto o ato de doar-se sem controle.
 Frente aos espaços não vividos,
no intenso ato de abertura de teu ser, do teu sagrado.

Rezar as vezes não basta para acalmar meu coração.
Confiar às vezes não é possível frente as dúvidas.
Amar às vezes é penoso quando o medo toma conta.
Viver às vezes é assustador quando não se aprendeu como fazer.
A entrega e abertura nascem da dor de perceber que de nada adianta fazer.
Nada.
Apenas esperar que a existência se feche e se amplie;
 e no alargar dos planos da Vida fará se ver o meu próprio caminho…
Escrito nessa vida de altos e baixos e meios.
E, talvez, sim… agora compreenda o que é fé.
Fé em acreditar que o melhor está acontecendo nesse exato momento.
Agora é tudo que tenho!

Alma que não cala.
Desconforto que não some,
consome.
Infelicidade não!
Felicidade também não!
Não é vazio…
Não é incomodo…
O que é então?


A abertura faz com que todos os lastros de incerteza perpassem aquele que se fechou pelo medo de se expor.
A cada nova entrega da vulnerabilidade e daquilo que se é,
 remetem ao que não foi dito nem desvelado,
e neste ser em luz tudo pode acontecer,
a partir da calma da alma que vislumbra o ato do vivente em comunhão com o apreço divino e humano,
a síntese das polaridades em luz e amor.
E os sonhos e os quereres abençoam-se em luz,
e agora encontram espaço para se fazer em verdade no espaço que já é além do tempo e do medo.
Além da dor e da luz;
e que repousam em alegria secreta,
pela discreta discrepância entre aquilo que se vê com os olhos do corpo e aquilo que se vê com os olhos da alma!

Cap. 2 - O Diário da Alma errante

Aceite que você está sozinha e que não sabe muito bem aonde ir nem o que fazer.
Aceite que gostaria de companhia na viagem, mas que nem sempre será possível.
Aceite que tem dúvidas e que muitas nunca serão esclarecidas.
Aceite que fez o melhor possível, mas, que talvez esse não fosse realmente o melhor.
Aceite que você é a única que pode ir ao encontro de si mesma e que talvez escolha não fazer.
Aceite a perfeição do imperfeito e a engenhoca que o sustenta.
Se lance ao futuro com medo, pois tentar ir sem ele é ilusão.
Aliás é ilusão iludir-se!
Essa pode ser só mais uma perspectiva da realidade… naquele momento a ilusão era a realidade.
Senão você corre o risco de polarizar o real e de denegrir sua própria capacidade de sentir e ver.
Nós vemos apenas aquilo que podemos e devemos naquele dado instante, todo resto é julgamento!

Quando você precisa de uma técnica para trabalhar a humanidade das pessoas, você já desumanizou a própria humanidade.

O que será essa impaciência que me assombra?
Preciso de espaço…
Fato!
Mais íntegra me vejo querendo viver o agora.
O futuro vem como um almejo, um lampejo.
Mas,
 a separação entre eu e o nome outro se faz necessária…
Eu,
meu espaço,
meu eu,
 para assim sair e interagir com o outro,
do contrário ira.
Começo a compreender…

Não sei nem o que te dizer.
Acho que queria ter feito diferente sabe.
Mas não sei como fazer.
Acho que fiz errado de novo e tudo bem.
Enfim a vida é assim.
Não é.
Ok.
Sabe-se lá o que?

Sonhos são como fantasias que desaguam no riacho da vida.
A vida é incomensurável maior do que essa dor que sinto.
Porém, essa dor segue
e sempre que a vejo,
sinto-me amaldiçoada na dor.
A dor é tão penetrante que fulgura meu ser com seu pranto.
A tristeza me inunda,
apesar de um leve desassossegar da minha alma ainda caio como uma criança perdida em busca de colo,
como uma adulta ferida que não sabe amar.
Como um ser humano fragmentado e indefeso.
Como uma armadilha egóica que me faz crer que sou isso,
identificada ainda com isso que parece não passar…

Cada sentimento que você sente sobre a ferida, traz em si o antídoto da cura…

Ensaiei um monte de coisas para falar
 e não falei…
Imaginei mil coisas que aconteceriam
 e não aconteceram…
Agora sinto uma dor forte no peito
 e uma sensação de morte.
Sabe?
 Não é fácil essa história de ser vulnerável…
Enfim, foi assim que foi,
Que a história contada a partir da dor soe menor.
Da flor!
 

Tempo,
tempo que não passa frente a massa
 e a maçante necessidade de te ver,
que me corta com a força de um vulcão
e germina em mim paciência frente ao desconhecido que me abarca,
abraça,
balança em fé,
 de que o caminho há de mostrar o que há para se viver!
 

(…) como se a vida fosse uma obra de arte que se quebrou e precisa ser restaurada.

Cap. 3

Alma de Amante

Eu não posso segurar o tempo e ele me escapa cada vez que olho para trás.
Eu não posso segurar a vida e ela me escapa toda vez que eu olho para frente.
Não posso segurar o agora já que ele me escapa no instante seguinte.
Eu não posso me segurar…
Eu não posso me segurar…

Seres sencientes da dor,
 seres anarquistas do amor.
Parafraseiam e segregam as lastimas da vida.
Vida comprida e longa e encontram nada.
Nada…
Nada…
Nada! 
 

Na dança incessante dos opostos o pulso da vida se faz.
No sublime afago do dia e da noite que compõe o todo através do escuro e do claro.
Vida se faz e bênçãos jorram dos céus que calam quando um ser se faz Humano.
No rio da Vida a água segue…
Água que abunda,
água de fluxo,
 água da alma,
Luz aguante e celeste.

Onde está o sagrado na graça?
Onde está a força naquilo que me engole, acolhe e transmuta?
Onde está o amor que transborda e invade?…
Onde está você?
E sei que está aqui…
Aqui dentro de mim…
Bem dentro…
junto…
Ao lado, aqui…
Eu estou no seu coração. ..

É só caminhando que encontro o caminho.
É só caminhando que o meu ser se engrandece e segue o fluxo da vida continua e ambígua.
É só de frente com o humano, que o humano em mim se mostra.
É só em meio ao jogo da vida que meu céu alarga e dissipa todo o medo de ser menos e inconstante.
É só quando entrego em meio ao pânico que a luz se faz, se fez.
E é só no caldo do engodo diário que expando em paz.
Todo o resto é ilusão.
 
Do absurdo da dor nasce o clamor do contentamento do dia a dia, da vida que nasce e jorra transborda vida.
Vida que é luz e trevas em si mesma
 e que é aquilo que É,
apenas…
 

A vida é, ninguém vê!

Cap. 4

Alma Aspirante

O arco íris brando que se faz na noite escura,
traz a abundância do ser incompleto.
E sua incompletude traz luz a um sistema que tenta se manter em meio aos ditames da vida para não sofrer.
Sempre além,
sempre aprofundar,
até que todo o lodo se transforme em águas límpidas
e correntes,
num fluxo de Amor interno que transborda externamente.
Não mais cuidar sem medida,
mas sim,
 permitir-se ser cuidado para transparecer luz e isso basta.

A vida se faz e refaz.
E a gente aprende a entregar,
aceita ser moído, 
tolhido,
polido e
aperfeiçoado.
Aperfeiçoando o peito em abertura e clareza.
Na certeza de que os dias
 e o dia a dia seguem passos largos na bem-aventurança de ser quem se é! 

Cap. 5

A Alma no Arquivo

Eu sei que tua dor ainda está aí espreitando em algum lugar,
o medo de ser especial,
 o medo de não ser especial.
Ambos escravidão mental.
A fala,
 a dança,
o jogo,
perceber-me não sendo aquele que joga assusta,
assusta infringir todas as regras e perceber que nada ecoa.
Assusta saber que já se sabia o sabido e que enfim nada sei.
Como pode ser?
É.
Eu sei que o paradoxo é tão assustador
 e inebriante que me assusta o medo de saber e do não saber.
Assusta a pausa e o caminhar.
Assusta o Medo.
Medo esse que estou tão cansada de sentir…
pelo Amor fluir…

 
 

 
 
 
Escravidão da ilusão.
A fusão da ilusão.
A não fusão da ilusão.
 
 
 
 
 
 
Abra seus olhos e veja o por trás do Amor infinito e transversal.
 

Cap. 6

Alma que sabia antes de saber

Sacia a minha sede.
Sacia a minha dúvida.
Se faz menor para receber o maior;
Se faz vida para transcender luz;
Se faz humano para evocar a transição;
Se faz eu para descobrir que não és tu;
Se faz eu para descobrir quem é.
Se faz pequeno para se descobrir grande;
Se faz grande para se descobrir pequeno;
Se faz buscador para se descobrir busca;
Se faz busca para se descobrir buscador!

 

 
Abre-se agora a força que antecede à vida,
 da busca que findou em seu desabrochar no sentido da espera.
A espera aflorou através dos sons da natureza que enaltecem a vida sendo.
Sendo tão bela que a luz do dia brotou na chegada da Árvore
 da vida que segue sem segregar o Novo
 e que abre espaço para o sagrado em nós e
leva a vida através dos ditames do tempo
 e perpassa o Ser em complexidade e Amor.

 

 
 
 
A dor do Ser se comunica para além do dito,
para além do bendito.
Para além do dogma e da repulsa entre a frescura e o frescor.
O medo discorda do óbvio
e o óbvio é tão óbvio que obviedade nenhuma consegue explicar.

Aliança do Ser com o eterno
e a eternidade que emana luminosidade no silêncio.
O silêncio da fala,
O silêncio do gesto,
O silêncio do ouvido,
O silêncio dos olhos.
A mente que silenciou sabe que onde a palavra não encontrou a expressão está a sabedoria,

Não há nem silêncio para além do vazio.
União

Sabedoria nasce e transborda em meio ao caldo caótico da existência,
aonde começo,
meio e fim desalentam a própria vida.

mas,
vazio e imaculado fornece solo fértil para a débil insanidade humana,
transformando o ser do pó em luz e bem-aventurança.
O benigno e o maligno se assemelham em forma
e se separam em concordância.
Polar é a vida,
polaridade é a natureza Dual e dualista.

Unidade é para retorno ao centro,
 primeiro de si mesmo
e depois de Tudo.

Não és especial em certo sentido
e também não o és em outro.
todo fato um contraponto,
 que abarca a origem onde claro e escuro se fundem formando Luz.

A Luz não é a ausência da sombra
 e sim a completude do claro e escuro.
Aquele que obscurece parte do Ser clareia outro aspecto
 e o outro aspecto clareado,
obscurece o tormento insano e egóico da mente não apaziguada.

 

 
 
 
 
Somos todos feixes de luz rumo ao aberto que se expande e transborda.
Contraditória é a vida em seu cerne
e tamanha contradição confunde pelo dom Dual da humanidade.
O Ser que habita sabe a origem independente das confusões mentais,
mas, qual será o fruto das nossas avaliações?
Em vão e desmedida daquele que é!
 
 
 
 
 
 
Artefatos indolores do Ser em consequência do Divino.
Divino esse que inibe o pequeno,
 tamanha a sua grandeza e Luz.
Será vida pedindo passagem em toda sua contradição?

Cap. 7

Alma que inicia  
Aquele que cala a dor no profundo amago do seu ser,
 não sabe que no fundo está a semear
e que seu choro quando chorado trará a tenra abundância de dor que se tornaram sementes ao solo não fértil da ignorância e da avidez.
A dor está a um passo da compreensão de quem se é.
Sábios seriamos se deixássemos a dor nos atravessar sem resistência.
 
 

 
 
 
 
No passado fica tudo aquilo que precisa ficar.
Tudo aquilo que o tempo nega como a força do vento que devasta a dor de se sentir só.
Aprender a dizer não na hora certa.
E a só deixar realmente entrar e fazer parte aquele que sabe que a vida é mais do que os jogos inconscientes de poder.
Saber amar é também saber impor limites e dizer não;
E aprender a ouvir a voz da intuição.
 
 
 
 
 
 
Da semente nascerá!
O que houver de prosperar…
No silêncio da entrega a vida se faz…
Sem o medo de não ser, de ter que saber.
A cada passo,
irradia bençãos
e mensagens a fim de que o caminho se faça.
Até que descubra que tipo de semente és,
a função da semente é crescer e viver!
Apenas…
 
 
 
 
 
O tempo lava e leva as coisas duradouras que deixaram marcas
e feridas na casca que encobre o Ser que se é.
E só o tempo cura toda a dor que jorra no peito daquele que se descobriu maior que as artimanhas do ego
e aprendeu a não ver-se mais como vítima dos apegos da vida
e que se acalma para aprender além do sabido.
Subir,
 caminhar.
Adelante caminhante.
 
 
 
 
 
 
 
Ao invés de buscar uma saída apenas atravesse a porta…
da vida daquela que é…
 o Instante!
 
 
 

Fim ou início…

Introdução

Quem é você?
Uma pergunta tão recorrente e cheia de enigmas…
Sou aquela que nasce e renasce…
Sou também aquela que floresce e desvanece…
Sou uma e sou muitas…
Então quem sou?
Qual?
Talvez a beleza esteja em deixar-se desvelar!

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